Base233
Transmitindo direto da Estação de Trabalho Macintosh a 233 MHZ com iMac Bondinho rodando Mac OS 8.5 pronto para lançar literatura, poesia, informática, jornalismo e elucubrações pseudo-filosóficas sobre o ser e o nada.


quinta-feira, dezembro 27, 2001 8200768"> 

Deixe que digam…

Podem dizer o que quiserem, mas os números mostram que nossa economia vai bem, dentro das possibilidades, é verdade. Não quero entrar nos méritos borocráticos e técnicos dessa afirmação, até porque não sou economista, nem sou nada. Mas não dá para deixar de ver o resultado possitivo que se vem obtendo de forma subentendida no desenvolvimento de nossa economia, especialmente sob um determinado aspecto.

Tudo pode ser discutível: nossa taxa de inflação, nosso superávit de mais de 1,7 bilhão de dólares na baçança comercial, nossa taxa de desemprego, nossos índices nas bolsas de valores e mais uma dezena de indicadores econômicos. Mas uma coisa é inegável: conseguimos nos diferenciar.

Para quem conhece marketing, e especialmente gerenciamento de marcas, sabe da importância da diferenciação no posicionamento de um produto ou marca. Assim como sabe que o posicionameto é indispensável para o alcance dos respectivos objetivos, sejam de participação, sejam de percepção, sejam quais forem. E o bom posicionamento da marca Brasil no mercado externo sempre foi propagado como um dos principais objetivos a serem alcançados. Isso sempre se deveu ao fato de que os principais investidores estrangeiros consideravam todos os ditos países em desenvolvimento iguais uns aos outros. Sudeste asiático, Argentina, Russia, México e todos os demais eram tidos como iguais e uma crise em qualquer um desses representava crise nos demais. Assim, se qualquer um desses passasse por algum problema econômico, o que podemso chamar de inconsciente coletido dos investidores, achava que a crise afetaria todos os demais, pois supunha-se que todos tinham a mesma estrutura econômica, os mesmos fundamentos frágeis. Assim, se o fluxo de dólares para o México diminuisse, o fluxo de dólares para o Brasil também diminuiria, pois achavam que éramos “tudo farinha do mesmo saco.” E até certa época estavam certo.

O grande mérito de nossa equipe econômica, ao longo desses anos, foi conseguir diferenciar nossa economia das demais economias ditas em desenvolvimento. Pois desde muito tempo que nossos fundamentos econômicos são mais sólidos e estão melhor fundamentados do que a média das demais economias com as quais somos comparados. Isso significa que para os principais investidores mundiais, Buenos Aires não é mais nossa capital. E isso ficou mais do que comprovado com o estouro da crise argentina, nos últimos meses. Não poderia haver melhor provação para nossa economia do que essa crise, embora, evidentemente, em nenhum especto ela seja bem-vinda. Sendo a Argentina nossa vizinha e principal parceira no comércio exterior, seria de se esperar que os investidores nos confudisse. Mas ao contrário disso, nosssa economia foi minimamente afetada e em nenhum especto sofremos da discriminação por associação errada. Ou seja, no comércio mundial não somos mais erradamente comparados com determinados países, embora ainda façamos parte do mesmo bloco. Contudo, conseguimos o que há alguns anos parecia impossível, conseguimos diferenciar nossa economia, faze-la se destacar entre as demais e isso nos deixa em melhor situação para suportarmos eventuais abalos sísmicos na economia mundial ou regional, como é o caso atual, diante da Argentina.

Sei que para a maioria das pessoas isso não significa muita coisa, nem tampouco muda algo em suas vidas. Sei que nem esse fato, nem fato algum justifica as principais mazelas de nosso povo. Mas aqueles que entendem um mínimo de economia e de marketing sabem a importância que tem esse fato e o quanto ele pode nos facilitar algumas coisas. Especialmente em um tempo de globalização econômica, conseguir a diferenciação que finalmente conseguimos, já é uma grande conquista. O futuro não se constrói a um só tempo; ele é construído passo-a-passo, com erros e acertos.

posted by Rogério de Moraes :: 02:38

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Usar Mac é…

Inspirado pelo ótimo trabalho de marketing sobre a Apple de meu grande amigo Hélio Sassen Paz, fiz a relação abaixo. E como diria o grande poeta João Cabral de Melo Neto: … mas isso ainda diz pouco.

Usar Mac é:

- ter espírito jovem;
- ser moderno;
- ser atual;
- ser de vanguarda;
- ser visionário;
- ser criativo;
- ser empreendedor;
- ser ousado;
- ser mais exigente;
- ser bem informado;
- ser culto;
- ser objetivo;
- ser sensível;
- ser ágil;
- ser eficiente;
- ser alegre;
- ser irreverente;
- ser bem-humorado;
- ser refinado;
- estar sempre na frente;
- ditar novos padrões;
- inovar sempre;
- ser mais bonito;
- ser mais prático;
- ser mais ergonômico;
- ser mais funcional;
- ser mais arrojado;
- ser mais talentoso;
- ser diferente da massa;
- ter performance;
- ter estilo;
- ser casual;
- ser objetivo;
- ser comunicativo;
- ser vibrante;
- ser didático;
- ser cooperativo;
- ser evangelista;
- ser teimoso;
- ter desempenho superior;
- é ter a máquina não apenas como ferramenta, mas como elemento de decoração;
- ter bom gosto;
- trabalhar se divertindo;
- se divertir trabalhando;
- ter liberdade de escolha;
- ter opinião.

Enfim, Mac é o domínio do homem sobre a máquina e não da máquina sobre o homem.
Simplificando, usar Mac é sempre pensar diferente.

posted by Rogério de Moraes :: 02:37

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domingo, dezembro 23, 2001 8142068"> 

Sei que a letra é bem boba, mas eu gostei. Faz parte da trilha do filme "Pulp Fiction", de Quentin Tarantino.

Lonesome Town
Ricky Nelson


There's a place where lovers go
To cry their troubles away.
And they call it Lonesome Town,
Where the broken hearts stay.

You can buy a dream or two
To last you all through the years.
And the only price you pay
Is a heart full of tears.

Goin' down to Lonesome Town,
Where the broken hearts stay.
Goin' down to Lonesome Town,
To cry my troubles away.

In the town of broken dreams,
The streets are filled with regret.
Maybe down in Lonesome Town,
I can learn to forget.
Maybe down in Lonesome Town,
I can learn to forget.
posted by Rogério de Moraes :: 11:10

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Direto do Estadão, sem edição, chupadão, no carão. Só porque gostei... E confesso: meu grande sonho sempre foi fazer parte desta roda; fosse no centro, fosse em volta.


"Roda Viva" dá prestígio, mas intimida

Programa da TV Cultura recebe convidados ilustres e afasta os que temem a berlinda

O Roda Viva, um dos programas mais tradicionais da TV Cultura, dá trabalho para a equipe de jornalismo da emissora. A atração de entrevistas da televisão aberta brasileira, transmitida às segundas-feiras, das 22h30 às 24 horas, nem sempre consegue pôr na roda os entrevistados que quer.
O apresentador Paulo Markun, mediador há 3 anos e meio, comenta que algumas pessoas já receberam convites para participar do Roda Viva, mas nunca aceitaram. É o caso dos ex-presidentes Itamar Franco e José Sarney, do ex-senador Jader Barbalho e dos artistas Chico Buarque e Fernanda Montenegro.
Dentre os convidados ilustres que ficaram num fogo cruzado estão nomes como do presidente Fidel Castro, além do falecido piloto Ayrton Senna. O programa geralmente é transmitido ao vivo, mas, mesmo quando é gravado antecipadamente, vai ao ar sem edição Há 15 anos no ar, o Roda Viva atinge 2 pontos de audiência e tem sempre tem seis entrevistadores convidados.
A produção do Roda Viva envolve quatro pessoas e é coordenada pelo diretor de jornalismo da emissora, Marco Antônio Coelho Filho. Ele diz que é difícil de ser realizado. Como o Roda Viva tem um critério de seleção de entrevistados muito cuidadoso, é complicado encontrar personalidades para os 52 programas do ano. "Aqui no Brasil não há nem 120 pessoas que poderiam participar", afirma o diretor de Jornalismo da emissora. Para driblar a falta de entrevistados, a equipe repete os melhores nomes e procura gente de expressão no exterior. Já foram ao programa os escritores José Saramago, português, e Mario Vargas Llosa, peruano.
Próxima edição - Amanhã, no Roda Viva, vai ao ar a entrevista com o professor e escritor norte-americano Kenneth Serbin, que morou durante seis anos no Brasil. Nesse período, pesquisou a relação entre Igreja e Estado durante a ditadura no País. Sua pesquisa resultou no livro Diálogos na Sombra, editado pela Companhia das Letras. Dentre os entrevistadores estarão o cardeal d. Aloísio Lorscheider e o jornalista José Maria Mayrink, editor-executivo do Estado.
posted by Rogério de Moraes :: 00:29

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domingo, dezembro 16, 2001 7962032"> 

RPG e o caso de Minas.

Esteve em destaque na mídia, há um tempo atrás, o caso de um assassinato ocorrido na cidade de Ouro Preto, em Minas Gerais. Confesso que não acompanhei o caso, mas sei que as investigações, em determinado momento, apontaram para o sitema de jogo denominado RPG - RolyngPlayGame (numa tradução livre: Jogos de Interpretação). Tudo indicava que o assassino havia se inspirado ou se utilizado de um dos inúmeros sistemas de jogos de RPG para executar sua vítima. E como não poderia deixar de ser, começou a se especular sobre a má influência desse tipo de jogo nos jovens que o praticam. Como jogador e ex-mestre de RPG, não pude deixar de dar minha opinião sobre o assunto e aproveito o forum aberto do site Confraria das Idéias, para expor minha visão dos fatos. O que segue abaixo é a reprodução de minha participação no forum. Para saberem mais sobre o caso e sobre RPG, acessem o site da Confraria.

----------------------------------------

Nem tanto ao mar, nem tanto à terra. É indiscutível que o universo RPG é extremamente mal compreendido pela maior parte da sociedade. Culpa de quem? Deixo a pergunta para a consciência de cada um.

Também sabemos que parte dos jogadores desse fascinante universo são pessoas que a sociedade convencionou chamar de desajustados. Não necessariamente com a conotação que o termo trás dos anos 60, mas como um modo de rotular aqueles que não se "encaixam perfeitamente" (e quem se encaixa?). E também sabemos que muitos desses "tais desajustados" utilizam o RPG não só como uma fuga da realidade (na qual não se ajustam), mas também, e principalmente, como uma viagem para uma "realidade" na qual se adequam perfeitamente, já que grande parte dessa realidade foi por eles criada. Sem dúvida que esse tipo de fenômeno dentro do RPG é uma excessão, embora mais comum do que pensamos ou notamos. Mas é um fato, um elemento que deve sempre fazer parte da equação. Mas este não é, ainda, o cerne da questão.

Vivemos em uma sociedade violenta, que nos agride por todos os canais possíveis, sejam canais de mídia ou canais da sociedade, como costumo dizer. Tudo isso, fruto de uma cultura moderna, baseada no individualismo e na falsa-estética. Resultado de nossa falta de rumo, seja como indivíduos, seja como nação, seja como humanidade. E todos nós, individualmente e coletivamente, formamos a soma de todo esse caos, com nosos atos, pensamentos e perspectivas. E o que formamos, afinal? Violência. Objetiva ou subjetiva, explícita ou subentendia, expontânea ou inconsciente. Infelizmente, tem sido esse o resultado mais comum dessa equação. Mas isso, naturalmente, tende a mudar, ao contrário do que pensam o pessimistas. É uma questão de tempo, aprendizado e evolução. Tudo isso, naturalmente. Tal é a lei.

Afirmo assim, que não existem os tais bode-expiatórios que tentam nos impor, nos fazer crer. Não existe uma personificação da violência, seja na TV, no ciema, nos jornais, no trânsito ou no RPG. Não é cabível, tampouco sustentável, qualquer tentativa de culpar ou responsabilizar qualquer um desses elementos isoladamente, por um ato de violência também isolado. Por mais que esse ato esteja intrinsecamente relacionado com qualquer um desses elementos - seja a TV, o RPG, ou qualquer outro - , ele não se justifica somente por esse elemento. O ato será, antes de tudo, obra de uma mente distorcia e fraca, desde sempre predisposta a sofrer e se influenciar pelos efeitos nocivos da violência, com a qual é bombardeada por todos os canais (da mídia e da sociedade), desde a infância. O que também não isenta os elementos - TV, Cinema, RPG e outros - de sua percela de responsabilidade.

Portanto, torna-se incabível responsabilizar o RPG, unica e exclusivamente, pelo fatos ocorrido em Minas Gerais. Cabe agora, a toda a comunidade do RPG assumir sua responsabilidade ao divulgar, expor, explicar e representar o que é RPG. Para minimizar as distorções possíveis e esclarecer à sociedade sobre os benefícios que a prática de RPG, quando sudavelmente praticado, podem trazer.

posted by Rogério de Moraes :: 02:14

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quinta-feira, dezembro 13, 2001 7886171"> 

Minha gramática anda uma merda!!! Odeio escrever errado.
posted by Rogério de Moraes :: 02:03

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Eu seria um homem feliz se tivesse banda larga. Acho que já falei isso aqui...
posted by Rogério de Moraes :: 02:01

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Argh!!!

Baratas, baratas, baratas.Baratas por toda parte. Deus devia estar com uma ressaca dos diabos quando criou estas pestes. Se é que foi Ele quem as criou...
posted by Rogério de Moraes :: 02:00

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Dúvida existencial

Depois de ler o blog Fireplace, me deu uma profunda dúvida existencial. Preciso repensar as coisas. Ou não. Sei lá.
posted by Rogério de Moraes :: 01:58

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terça-feira, dezembro 11, 2001 7823593"> 

Falando em M. C. Escher...

Considerado o mago das Artes Gráficas, Holandês, Maurits Cornelis Escher (1898 - 1971) é mais conhecido como M.C. Escher.

Para ele, a realidade pouco interessava. Escher foi um criador de mundos impossíveis. Muitos dos recursos de computação gráfica moderna, são baseados na geometria e conceitos matemáticos. Dominando as técnicas de gravura, Escher faz nossos olhos acreditarem que o imponderável é a mais pura realidade. Muitos dos filtros e plug-ins que são incorporados aos softwares de tratamento de imagens se baseiam nos seus conceitos de simetria e geração de padrões e mosaicos.

Texto extraído do site Ex Libris 1.
posted by Rogério de Moraes :: 01:31

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"Se podes olhar, vê. Se podes ver, repara."

Livro dos Conselhos


M. C. Escher - Xilogravura, julho de 1953
posted by Rogério de Moraes :: 01:08

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Hoje tá foda, viu!! Mas vamos lá, acho que é mais ou menos assim:

"I didn't mean to hurt you
I'm sorry that I made you cry

I didn't mean to hurt you
I'm just a jealous guy"

John Lennon
posted by Rogério de Moraes :: 00:45

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Rascunhos (para não dizer, esquissos) 2:

Tudo está confuso.
Sentimentos contrastam
E me contrariam.
Te contaria tudo, se pudesse,
Mas não posso contar com isso.
posted by Rogério de Moraes :: 00:45

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Rascunhos (para não dizer, esquissos):

Deuses que habitam as margens dessa avenida
Dezei-me vós, que fim levou o meu amor?

posted by Rogério de Moraes :: 00:44

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Fim de Tarde

Fim de tarde ensolarado
Banco da praça.

São Paulo.

Penso em minha eterna namorada
Dentro do peito.

Fora da vista.

Inspiro-me na saudade dos seus sonhos
E à brisa trazida pelo trânsito,
Transcrevo para cá o meu transe
Como uma terra
De um certo glauber
Feito rocha.

Nesta tarde,
Fim-do-dia,
Ensolarado de transeuntes,
Musicada pelos carros
Que se apressam em seus rumos.

19/03/99

Rogério de Moraes

Eita, saudade que não tem tamanho, sô...
posted by Rogério de Moraes :: 00:43

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"Se não carregarmos os problemas, os problemas é que nos carregarão."

D. Anatália
posted by Rogério de Moraes :: 00:42

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Em minhas andanças por esse mundãozão de blogs sem fim, fui cair no blog do Daniel Pádua, que é autor deste poema que gostei muito:

Eis-me aqui
Longe delas e de ti
Ouvindo alguns sons
Sem escutar nem um tom

Estou a pensar
Sobre um dia caminhar
Pelas ruas de onde
...não sei aonde

Alimento-me dos sorrisos
Das memórias e improvisos
Sinto a falta de viver
Vivo a falta de sentir

Espero o suspiro
Forte como um tiro
Da mente delas
Lindas, mas fechadas janelas


Daniel Pádua

posted by Rogério de Moraes :: 00:42

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E para não dizerem que eu não sei, também, falar das flores:

"Como, aliás, inevitavelmente teria de acontecer nesta Conservatória Geral do Registo Civil, onde os nomes são muitos, para não dizer que são todos.

Todos os Nomes - José Saramago

Alex, serei implacável com você!!! Hahahahahahahaha!!!
posted by Rogério de Moraes :: 00:40

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Nasceu!!!

Demorou mas aconteceu. Finalmente está no ar o blog do meu amigo (e eterno nêmesis), o sociólogo, educador, filósofo, artista plástico, designer e intelectual Alex Costa. Eu sabia que ele não ia resistir. O blog chama-se Quanto Mais Mexe (mais fede) e ainda está em fase experimental. Mesmo assim merece uma visita. Em nome de todos os blogueiros eu lhe dou boas-vindas a essa cachaça que é blogar.

posted by Rogério de Moraes :: 00:35

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domingo, dezembro 09, 2001 7783341"> 

Confrade Piu da Confraria das Idéias, lê o Base 233.
posted by Rogério de Moraes :: 19:17

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Daniel Pédua, do ótimo blog The Flux lê o Base 233.
posted by Rogério de Moraes :: 19:16

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Mário AV é ótimo na Macmania e ótimo em seu blog. Parabéns Mário.
posted by Rogério de Moraes :: 19:15

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Danilo, publisher do Letsvamos, lê o Base 233. E também usa Mac. E tem um blog muito bom. Vale a pena conhecer.
posted by Rogério de Moraes :: 19:15

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quinta-feira, dezembro 06, 2001 7685930"> 

Preciso tomar vergonha na cara e terminar de ler...

"O Mundo de Sofia"
"Era dos Extremos - O Breve Século XX, 1914-1991"
"Deus, uma biografia"
posted by Rogério de Moraes :: 02:17

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Não li, não gostei e não recomendo...

Todos, absolutamente todos, do Paulo Coelho. Na minha imodesta opinião, o pior escritor brasileiro vivo.
posted by Rogério de Moraes :: 02:13

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Li, gostei e recomendo...

Todos, absolutamnte todos, do Rubem Fonseca. Na minha imodesta opinião, o melhor escritor brasileiro vivo.
posted by Rogério de Moraes :: 02:12

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Fernando Pessoa

Não me canso de descobri-lo. Parece infinita sua capacidade de me surpreender e descrever.

"Isola-te e serás sereno e forte.
Mas isola-te mesmo de ti próprio
Senão terás em ti um outro eterno
Que com seus olhos de te ver e ouvir
Te quebrará em duas a tua alma
E dar-te-á desunião ao pensamento.

Fernando Pessoa
posted by Rogério de Moraes :: 00:01

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Mais um tributo ao Amor Ausente

Constatação

Queria ser uma pessoa
De múltiplas faces,
De muitas pessoas.

Para que numa delas
Eu pudesse ser a pessoa
Que nunca fui.

Para que noutra delas
Eu pudesse encontrar a pessoa
Que nunca encontrei.

E para que noutra delas
Eu pudesse esquecer a pessoa
Que nunca esqueci.

Mas e se a pessoa que nunca fui
Encontrasse a pessoa que nunca encontrei
Para esquecer a pessoa que nunca esqueci?

Talvez essa pessoa
- que nunca fui -
Não fosse mais a mesma
Depois de encontrar a pessoa
- que nunca encontrei -
Recordando da pessoa
- que nunca esqueci.

Rogério de Moraes
05/12/2001
posted by Rogério de Moraes :: 00:00

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quarta-feira, dezembro 05, 2001 7656056"> 

Sinto que vou morrer.

Rezo por tudo que há de mais sagrado para que eu esteja errado. Mas meu Mac está estalando e piscando o monitor de vez em quando. Acho que ele vai pifar. Se isso acontecer já era. Acaba o blog e acaba minha vida digital. Comprar outro nem Deus sabe quando vou poder. Consertar eu já sei que não compensa. Espero que ele lute e sobreviva.
posted by Rogério de Moraes :: 03:34

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Confiram

Acabo de conhecer e recomendo visitarem o Joanar. Foi indicação da Cora Ronai. Vale a pena visitar.
posted by Rogério de Moraes :: 03:28

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O que eu mais queria.

Querem saber o que eu mais queria agora? 128MB de RAM para meu Mac e uma conexão banda larga. A memória daria uma bela turbinada na minha capacidade processamento e a banda larga ampliaria meus horizontes virtuais para muito além do período das 00:00h às 06:00h. Morro de inverja de quem tem banda larga. Não pela velocidade de acesso, mas só pelo fato de se estar conectado 24hs por dia. É o verdadeiro conceito do Plug and Play. Seria um sonho poder editar meu blog a qualquer hora. Assim que desse a idéia bastaria sentar e escrever direto nele. Não precisaria escrever na bosta do Word for Mac e esperar a madrugada para postá-lo. Ah... banda larga... com você meu mundo digital estaria completo.
posted by Rogério de Moraes :: 03:25

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Grande Amor

Nunca acreditei no Grande Amor.

Até que o encontrei.
E perdi.

Nunca acreditei no Grande Amor.

Rogério de Moraes
posted by Rogério de Moraes :: 00:53

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terça-feira, dezembro 04, 2001 7635090"> 

"Perguntou se eu estava escrevendo alguma coisa. Essa é uma pergunta que vivem nos fazendo, a nós escritores, como se não parássemos nunca de escrever; nós paramos, e às vezes damos um tiro na cabeça por causa disso."

"Bufo e Spallanzzani" - Rubem Fonseca
posted by Rogério de Moraes :: 13:46

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domingo, dezembro 02, 2001 7588260"> 

Desejo

Quero correr mãos por teu corpo
E que o contato suave revele-me toda maciez de tua pele.
Fazer tremer tua carne
Sentir o gosto de teu suor.
Quero correr meus lábios nas ondas sinuosoas,
Suas curvas...
E nas fenas sagradas do prazer
Que minha língua seja detentora da ousada loucura de teu sabor.

Trêmula... ofegante... não contenhas em ti o leite de teu gozo
Que recebo em meu corpo com abençoado prazer.

Rogério de Moraes
posted by Rogério de Moraes :: 23:19

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Este é da minha colega Dulce Dias "publogado" no delicioso Esquissos. Não pudia deixar de pô-lo aqui.

Abandono

Tenho lágrimas nos ossos
e chuva no rosto.
Secam-se-me as vestes
no frio do corpo.
Inerte. Torpe.
A mente atrofiada
fala-me de futuros de loucura
onde a impressão da dor
imprime sulcos de cor
na noite sórdida da vida.

Caem-me os dentes.
Partem-se-me as pernas.
Tombam os sonhos
que nem quimeras amarfanhadas
em moinhos de ventos... nucleares.

Sou menos que um átomo
na poeira cósmica,
menos que a pulga
em pêlo fofo,
menos que a gota
em poça suja.

Menos que ele, menos que o outro
e aqueloutro e mais alguns.

Sou a imagem do meu farrapo
- que o meu farrapo já se puiu.

Sou o murmúrio do meu silêncio
- que o meu silêncio se prostituiu.

Eu sou aquele e sou o outro
e muitos outros e mais alguns.

Sou o queiras ou que não queiras,
sou o que seja o teu clamor.

Sou um Van Gogh, un Einstein,
Sou um Tchaikovsky, um Eisenstein.

Eu sou aquele e sou o outro
em todos eles eu me reencontro.

E em mim me perco
- por mim me perco
e fico mais perto do abandono.

(c) Dulce Dias - 1997-11-05

posted by Rogério de Moraes :: 23:04

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Reconhecimento, ainda que anônimo

Prestígio. Esse é o fato. Não tenho prestígio nenhum. Mas não importa. Sei que estou certo. Quase sempre.

No dia 28 de novenbro às 00:04, publiquei aqui minha conclusão sobre o caso Soninha. Tinha acabado e assistir ao programa Observatório da Imprensa, na TV Cultura. Pois bem, o conteúdo de miha conclusão, vocês já conhecem. Pois então, qual não foi minha surpresa ao acessar hoje o site do Observatório da Imprensa e dar de cara com a conclusão apresentada pelo Alberto Dines.Sim, praticamente a mesma conclusão a que cheguei.Isso é um puta motivo de orgulho para mim. Pensar como Dines ou como Reinaldo Azevedo Diretor de Redação da Revista República faz eu me sentir um pouquinho inteligente, apesar de ser um completo iletrado. Fico até emocionado.
posted by Rogério de Moraes :: 21:37

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Ok! Estou mais calmo.
posted by Rogério de Moraes :: 21:26

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- É o cú da mãe do Orlando! Porra! Corno de merda. Escreve aí, viadinho, escreve aí: nunca matei puta nenhuma. E se tivesse que matar, mataria a tua mãe!
posted by Rogério de Moraes :: 21:23

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Tô com vontade de mandar tudo para a putaqueopariu.
posted by Rogério de Moraes :: 21:20

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Mexi, mexi e não mudei quase nada. Queria colocar um "coments" mas não fui feliz. Tem hora que dá vontade de chutar tudo. Há momentos em que dá um puta desânimo por não ter quem nos ensine. Aprender tudo sozinho pode parece "bunitinho" em princípio mas é muito desgastante. E quer saber? Que se foda-se!!!!
posted by Rogério de Moraes :: 21:18

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Estou hoje me dedicando profundamente a entender e aprender como otimizar meu blog. Como um autodidata inveterado, debruço-me há alguns dias a aprender HTML, tags e outras manhas para personalizar meu blog e estou pondo em prática hoje. Por isso, peço desculpas pela falta de posts nos últimos dias. E aguardem mais algumas pequeninas mudanças e novo posts em breve.
posted by Rogério de Moraes :: 17:38

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