Base233
Transmitindo direto da Estação de Trabalho Macintosh a 233 MHZ com iMac Bondinho rodando Mac OS 8.5 pronto para lançar literatura, poesia, informática, jornalismo e elucubrações pseudo-filosóficas sobre o ser e o nada.


domingo, janeiro 27, 2002 9093436"> 

Quando recolho-me a mim mesmo
Não compreendo o que me faz humano.
Se é uma falta de me querer
Ou uma falta de quem me quer.

Não me aflige a solidão do espaço
Se por vezes é tudo que desejo
Mas assombra-me a solidão da alma
Mesmo diante de tudo que vejo.

Rogério de Moraes
27/01/2002

posted by Rogério de Moraes :: 15:16

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Sinto uma grande saudade de mim mesmo.
Não saudade do que outrora fui,
Mas do que outrora supus que seria.
E do que nesta hora não sei mais quem sou
É porque a esta hora, já não sou mais ninguém

Rogério de Moraes
27/01/2002

posted by Rogério de Moraes :: 15:15

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Ouvindo música clássica
Sinto em minha vida
Uma dramaticidade incomum.
Como se o mais ínfimo dos problemas
Se tornasse o mais profundo pesadelo
Mas sei que da realidade que me aflige
Nada escapa ou exclui-me de um ser comum
E toda dor, por mais lacerante que seja
É ínfima, diante de um céu azul.

Rogério de Moraes
27/01/2002

posted by Rogério de Moraes :: 15:14

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Estou ouvindo música clássica. É engraçado como os pequenos dramas da vida podem se tornar grandes tragédias com a trilha sonora certa
posted by Rogério de Moraes :: 15:14

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Não me tomes por culpado
De um absurdo desejo,
Que não te quero além da carne
Nem para fora de meu leito.

É constante e clara
A imensidão de meu peito
Que não tolera, mas cala
Não por amor, nem por respeito.

Se me tomas por culpado
Do que nunca foi errado;
Não te entregues ao descaso
Que conheço em detalhes
Tua fraqueza e teu medo.

Rogério de Moraes
27/01/2002

posted by Rogério de Moraes :: 15:13

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Conter minha alma
Em tão pouco absurdo
É o que me mantém insano
Ainda que calado, ainda que mudo.

E nem minha libertação
Desta realidade impura
Pode me trazer a assência
De minha salvação ou de minha cura.

Rogério de Moraes
27/01/2002

posted by Rogério de Moraes :: 15:11

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Aqui vão alguns poemas:

Atulhei de inúteis rabiscos tantas páginas
E não me fiz mais claro ou mais completo,
Nem salvei minha eterna alma
Do obscuro inevitável e incerto
Esquecimento por destinado,
De um vazio pleno e repleto.

E me valeram poucas palavras
Das que escrevi num mar de papel,
Pois meus olhos continuam fixos e perdidos
Neste firmamento de branco-céu

Rogério de Moraes
27/01/2002

posted by Rogério de Moraes :: 15:10

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Sinto muito

É com imenso pesar que anuncio que meu iMac 233 pifou! Ou seja, só Deus sabe quando poderei atualizar este blog. Mas não vou abandona-lo. Sempre que possível estarei postando alguma coisa aqui. Mas não será muito frequente, pois terei de faze-lo na casa de amigos ou cyber-cafés. Espero que continuem me visitando, pois farei o possível para manter-me online. Até!!!
posted by Rogério de Moraes :: 15:07

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sábado, janeiro 12, 2002 8639266"> 

Base 233...

... o blog mais mutante da TV brasileira.
posted by Rogério de Moraes :: 23:58

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Os limites do meu mundo, são os limites de minha liguagem

Não lembro de quem é a frase, mas cai como uma luva para esse artigo do Observatório da Imprensa.

Aguardo discordâncias

The Ring most be destroyed
posted by Rogério de Moraes :: 23:57

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1 Semana...

Putz... uma semana sem blogar... Será que alguém notou?

The Ring most be destroyed
posted by Rogério de Moraes :: 23:51

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O Senhor do Anés

Já vi 2 vezes. Só faltam 98...

The Ring most be destroyed
posted by Rogério de Moraes :: 23:50

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domingo, janeiro 06, 2002 8456526"> 

Mais blogs

Sidra Cereser: R$ 2,50
Frango assado: R$ 4,00
Bandana amarrada na cabeça: R$ 1,50
Passar o reveillon em Mogi das Cruzes ouvindo Falamansa: não tem preço.

Tem coisas que o dinheiro não compra. Para todas as outras existe o cheque pré-datado e o nome no Serasa.

Tem mais de onde veio essa. Conheçam o ótimo e divertido Morfina. Eu gostei muito.

Aguardo discordâncias

The Ring most be Destroyed
posted by Rogério de Moraes :: 13:56

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Mais Descrente. ainda

"Bem, escrever um post como este, me fazendo de ente esclarecido e privilegiado, que percebe e delata a pretensão alheia, já me enquadra na categoria. Sim: sou mais um dos que tenta, a cada vírgula, ser inteligente, moderno, crítico, iconoclasta e sarcástico.
:: Luis Almeida"


Confesso total identificação.

Aguardo discordâncias

The Ring most be destroyed

posted by Rogério de Moraes :: 13:56

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É preciso falar

Acabo de conhecer o blog Descrente. Gostei muito, muito mesmo. No post que fala sobre a arte dos barmans eu juraria estar lendo um texto do Luis Fernando Veríssimo. O que para mim é motivo de admiração e inverja. Confiram.

Aguardo discordâncias

The Ring most be destroyed
posted by Rogério de Moraes :: 13:55

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Em tempo (embora plagiado)

A soma do QI dos participantas da "Casa dos Artistas" não chega ao de uma ostra burra.

Falei.

Aguardo discordâncias

The Ring most be destroyed


posted by Rogério de Moraes :: 13:55

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Eu já sabia...!!

"Com o advento dessa nova versão, os usuários de PC não terão mais problemas em trocar de plataforma. Com ele, não só se percebe que Macs são melhores do que PCs, mas pode-se ver que um PC funciona melhor quando roda dentro de um Mac." Leia o artigo inteiro.
posted by Rogério de Moraes :: 13:09

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sábado, janeiro 05, 2002 8423090"> 

No último domingo, 30 de dezembro de 2001, no caderno Telejornal do Estado de São Paulo, saiu uma breve matéria explicando quem apresentará e como será o programa Piores Clipes da MTV, depois da saída do patético e sem-graça Marcos Mion (três linhas na mesma frase, podem chamar isso de prolixidade ou incompetência construtiva). Ao que interesa: a matéria termina exatamente assim: "Além de João Gordo, o Piores contará com participantes fixos, como o ex-apresentador e ex-ator Ferrugem. O sumido palhaço Bozo também foi cotado para a vaga, assim como outras pessoas estranhas do mundo pop. Coisas de MTV. Coisas do Piores Clipes."

E eu pergunto: Como assim, pessoas estranhas do mundo pop? Quem esse jornaleco pensa que é para classificar de estranho o palhaço Bozo? Parece que não teve infância, pô! Crianças (ou melhor, ex-crianças) que deram uma bitoca no nariz do Bozo, uni-vos contra essa infâmia e desrespeito.

E tenho dito!

Aguado discordâncias.

The Ring most be drestroyed
posted by Rogério de Moraes :: 02:18

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Ainda sobre cinema

Ontem consegui, finalmente, assistir ao filme “O Senhor dos Anéis – A Sociedade do Anel”. Depois de frustradas tentativas de conseguir ingressos para uma sessão, enfim pude contemplar nas telas a magnífica obra de J. R. R. Tolkien. Ou pelo menos a primeira parte dela. E em magnitude o filme não deixou nada a desejar. Tecer elogios aqui, seria redundante demias. Deixo a seda a ser rasgada para os críticos de cinema que, inacreditavelmente - embora justificadamente -, em uníssono, curvam-se ao que pode ser verdadeiramente chamado de o maior espetáculo da Terra. Ou da Terra-Média.

“Infelizmente, Neo, ninguém pode dizer o que é a Matrix. Você tem de ver com seus próprios olhos”, foi o que Morpheus disse a Neo em Matrix. O mesmo pode ser dito de “O Senhor dos Anéis”. Acho que isso diz tudo.

Mas não é disso que quero falar. Quero falar de esgotamento. E Hollywood está esgotada. Pelo menos em efeitos especiais. Há uma canção dos Engenheiros do Hawaii que diz em determinado momento: “Tudo já foi visto”. Talvez eu esteja exagerando um pouco, talvez não. Mas em matéria de efeitos especiais não creio que muita coisa possa surpreender ou estupefactar (se é que este verbo existe em nossa língua) as platéias do mundo. Simplesmente pelo fato de que parece que se atingiu a perfeitção. Assitam ao “Senhor do Anéis” e entederão do que falo. Os efeitos são explendorosos, de cair o queixo, mas não justificam o filme. Explico.

Com tamanha tecnolgia e com tanto efeito especial que já foi visto nas telas, nada mais pode realmente surpreender o expectador. Como já disse: tudo já foi visto. Foi-se o tempo em que efeitos especiais bastavam para dar bilheteria. Muito se produziu de filmes cuja única coisa que importava eram os efeitos. Atores e roteiro eram meros coadjovantes. Isso quando havia atores, como foi o caso de “Final Fantasy”, “Toy History” e “Monsters Inc.”. Ou seja, não basta só efeito. Não mais. É preciso ter história. E o mesmo pade ser dito para cenas de ação, em menor proporção, é verdade. É claro que os efeitos de “O Senhor do Anéis” impressionam, assim como as cenas de ação, mas eles são acessórios da história a ser contada e é a história que sustenta o filme, não os efeitos ou somente a ação. Uma coisa justifica a outra. E assim deverá ser no futuro.
Cada vez mais Hollywood terá de se reinventar e talvez “O Senhor dos Anéis” seja a primeira obra de uma nova era. Roteiro, interpretação, direção e produção, terão cada vez mais peso e importância no sucesso de um filme. As pessoas estão se cansando de ação gratuita ou efeitos sem sentido. Elas querem que lhes contem uma história. E que seja uma boa história. E que seja bem contada. Todo o resto é acessório.

Aguardo discordâncias

The Ring most be destroyed

posted by Rogério de Moraes :: 02:02

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Cinema Nacional

Sempre sonhei em ver o nosso cinema tendo a mesma expressão de Hollywood, mesmo que fosse só internamente. Mas isso sempre me pareceu um sonho distante. Bem, o tempo passou e o cinema nacional cresceu, superou suas crises e traumas e passou a produzir com mais qualidade e em maior volume. Ainda não é indústria, nem precisa ser. Mas já podemos nos orgulhar pela conquista de prêmios importantes no exterior e de uma considerável representatividade nas salas de cinema do país.

Mas tudo tem um preço. Não é novidade para ninguém que Hollywood produz anualmente uma quantidade de lixo cinematográfico incrível. Consequência natural (ma non troppo) de uma indústria de produções. Mas ainda acredito que a parte boa de sua produção compensa, quase que equanimimente, a má produção. Sejamos realistas e, parafraseando Caetano, admitamos que Hollywood representa grande parte da alegria existente neste mundo. Ou seja: tudo bem, a gente aguenta o lixo em consideração às boas produções. Afinal, isso é problema deles.
Mas quando a coisa é com a gente, fica difícil de engolir e aceitar.

“Como Ser Solteiro” (ou algo parecido), é um belo exemplo disso. Eu confesso que não sabia que já se podia produzir e exibir um filme sem roteiro. Pois foi o que eu vi. Uma sequência interminável de imagens do Rio de Janeiro, com uma trilha sonora pobre, medíocre mesmo, e um roteiro que beira o ridículo. Simplesmente o filme não tinha história. Tinha, sim, um punhado de atores, interpretando mal e porcamente personagens esteriotipados, tão esteriotipados que soaram completamente inverossímeis. Mas história, roteiro mesmo que é bom, nada. Toda a produção não passou de uma desculpa esfarrapada para vender imagens do Rio de Janeiro. E nem isso conseguiu fazer direito. Sem graça, sem história, sem sentido, fraco, inverossímel, absurdo e babaca. São essas as melhores qualidades que consegui ver nesse filme.

E o que esse tipo de obra nos diz? Que estamos com os cacoetes de Hollywood. Está ficando tão fácil (vejam que o verbo ficar está no gerúndio, heim!) fazer filmes no Brasil, que começam a surgir obras inteiramente dispensáveis, pois já não se tem tanta preocupação com a qualidade. Claro que não estou generalizando, em termos de conteúdo, arte e roteiro, nossos filmes ainda desbancam calmamente a grande maioria das produções hollywoodianas. Mas creio que o processo de surgimento de obras dispensáveis no cinema nacional seja irreversível. Mas é um mal necessário.

Só para encerrar (e ilustrar), está em fase de filmagem um filme sobre o maníaco do parque. É verdade, não estou brincando. Se as coisas continuarem assim, em breve teremos nosso próprio Jason.

Aguardo discordâncias.

The Ring most be destroyed

posted by Rogério de Moraes :: 02:00

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Para bom entendedor, apenas o gráfico basta.


posted by Rogério de Moraes :: 01:57

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