| Base233 Transmitindo direto da Estação de Trabalho Macintosh a 233 MHZ com iMac Bondinho rodando Mac OS 8.5 pronto para lançar literatura, poesia, informática, jornalismo e elucubrações pseudo-filosóficas sobre o ser e o nada. |
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domingo, março 24, 2002 11071419"> “Contudo, não pretendo discutir política, sociologia, ou metafísica com você. Prefiro as pessoas aos seus princípios, e prefiro, acima de tudo no mundo, as pessoas sem princípios.” O Retrato de Dorian Gray - Oscar Wilde posted by Rogério de Moraes :: 17:06 11071413"> Pensei: Os gênios não se sabem gênios. Assim como os tolos não se sabem tolos. Sei que não estou no meio. Em qual ponta estarei? posted by Rogério de Moraes :: 17:05 11071399"> Fala sério!!! Vejam esta foto: ![]() A luta pela terra é uma luta justa, necessária. José Arbex Jr. afirma que nenhum país desenvolvido chegou a esse estágio sem passar por uma ampla, séria e eficaz reforma agrária. Fato. A causa do MST – Movimento dos Sem-Terra - é uma causa justa e séria. Mas o MST já não é. Sua política é clara: quanto pior, melhor. Baderna a qualquer preço. Foi-se o tempo em que as invasões do MST eram justificáveis e apropriadas como meio de chamar a atenção e levar a sociedade brasileira a discutir com seriedade e propósito o problema da terra no Brasil. Ou até melhor: foi-se o tempo em que o MST fazia invasões adequadas, em propriedades que realmente deveriam ser aproveitadas pelo movimento. Sim, utilizavam táticas de guerrilha. Sim, não eram e nunca foram, em suas lideranças, pessoas ingênuas. Sim, nunca foram “apenas” coitadinhos indefesos buscando uma utopia agrária. Sim, sempre foram, em certos aspectos, veículos de manobra política da oposição. Mas ainda podíamos, sem muito esforço, simpatizar com eles. Ainda podíamos fechar os olhos para a realidade dos interesses por trás do movimento e vermos tudo através das lentes do maniqueísmo. Era até mais confortável. Não nos iludamos mais. Os fatos não mentem. A causa ainda é justa, necessária. Mas o movimento, há muito perdeu sua credibilidade, seu rumo certo, sua pureza de ideais. Transformou-se numa deformidade política, covardemente escondida por trás de uma bandeira, de uma causa séria. Perdeu sua identidade e a cada desatino, como o mostrado na foto, perde sua legitimidade. A que papel se presta esse movimento depois de tantas conquistas. Esse é o movimento pela reforma agrária em nosso país. E isso diz muito sobre quem somos. Nosso caráter fica cada dia mais claro na mídia. E o que vemos não me agrada em nada. Talvez porque o retrato está ficando cada dia mais nítido. Ou talvez porque a cada dia ele se torne mais distorcido. posted by Rogério de Moraes :: 17:05 11071389"> “Escolho meus amigos por sua boa aparência, meus simples conhecidos por seu bom caráter e meus inimigos por sua boa inteligência. Um homem deve dar toda importância à escolha dos seus inimigos. Eu não tenho um só que seja idiota.” O Retrato de Dorian Gray – Oscar Wilde posted by Rogério de Moraes :: 17:04 quarta-feira, março 20, 2002 10937782"> Filosofia de um sem-mac Ai que saudade de meu iMac 233. posted by Rogério de Moraes :: 16:12 10937770"> Cobranças Eu sei, eu sei, eu sei... Sei que já foi exibida a entrevista de Ciro Gomes no Roda Viva e eu ainda nem publiquei a de Antony Garotinho. Podem me cobrar. Mas dêem-me um tempo. Como eu disse: forças terríveis, amparadas pela ignorância e desinformação, estão dificultando as coisas. Mas eu prometo. Vou publicar todas aqui. De um jeito ou de outro. posted by Rogério de Moraes :: 16:12 10937760"> Acabei de ler O Senhor dos Anéis. O livro é bom. Só isso. posted by Rogério de Moraes :: 16:11 10937749"> Ando meio de saco cheio. Sei lá. Vontade de mandar tudo pra casa do caralho!!! posted by Rogério de Moraes :: 16:11 10937739"> A massa Massa Cal Cimento Areia Vira e amassa A massa Massa Calo Suor Dor Vira e amassa A massa Massa Cabo Lata D’água Vira e amassa A massa Massa Ódio Tristeza Fome Vira e amassa A massa Massa Me come Me cobre Me enterra Vivo e amassa. Rogério de Moraes posted by Rogério de Moraes :: 16:11 10937728"> Filosofia de peão... Três dias trabalhando sobre um telhado enorme e sob um sol impiedoso. Calos nas mãos, feridas nas pernas, queimaduras nas costas: ai que saudade da barriga da minha mãe. posted by Rogério de Moraes :: 16:11 10937718"> Informe triste Forças terríveis tentam impedir a continuidade desse blog. Não me curvarei a elas. O Base233 continua. Sem nenhuma periodicidade específica, mas continua. Aos meus fiéis leitores, peço que tenham paciência. A ignorância e a desinformação não irão vencer o esclarecimento e o conhecimento. posted by Rogério de Moraes :: 16:10 sábado, março 16, 2002 10803247"> A exemplo do que fiz em relação a entrevista do senador José Serra para o programa Roda Viva, planejava publicar aqui um artigo sobre a entrevista de Antony Garotinho no mesmo programa. Ainda não foi possível, embora o texto esteja quase pronto. Minha intenção é repassar aqui, para aqueles que não podem ou não tem paciência de assistir, os principais pontos debatidos e apresentados pelos candidatos. A entrevista de Antony Garotinho será colocada aqui, junto com as demais, mas não imediatamente, contudo, antes do pleito, evidentemente. Por fim, procurarei continuar publicando os artigos sobre a série de entrevistas que o programa da TV Cultura pretende levar ao ar. O próximo entrevistado, ao que parece, será o candidato pelo PPS, Ciro Gomes. Informou a RogerPress posted by Rogério de Moraes :: 18:24 10803234"> Seu beijo trouxe-me de novo A brisa de um certo acalanto E o gosto de um certo encanto Que há muito me havia passado. O gosto sutil desse pecado Não maculou o obscuro desejo E não pude esquecer que o sabor de seu beijo Trouxe-me o que eu já havia esquecido E não me cabe julgar o que foi merecido Ou o que foi roubado Se o castigo do que anseio não foi revelado Quero vive-lo e senti-lo somente a seu lado Ainda que o lacerar de todo pecado Doe mais que o beijo que me foi negado. Rogério de Moraes posted by Rogério de Moraes :: 18:23 10803222"> Adrenalina Há muito tempo atrás, nos Dias antigos, Marilene Felinto assinava uma coluna chamada Adrenalina, na então recém-nascida Revista da Folha. Registro abaixo um dos textos mais felizes de Marilene publicado nesse período. E um dos mais importantes de minha vida. Foi através dele que comecei a entender o que era aquela compulsão, que tanto me afligia e que até hoje não pára de me corroer por dentro. negozinho fala meerrmo Cavalgar, atirar uma flecha, falar a verdade. Não há imagem mais parecida com escrever do que essa frase do filósofo alemão Nietzsche. Escrever o que se quiser, do jeito que se quiser, ou melhor: do jeito que a coisa sair. Em nome de quê? Não sei. Escreve-se por respeito ao que se vai dizer, só isso. Por respeito à palavra ou a si próprio, o autor dela. Não falo dos escritores apavorados, que têm medo de escrever, como observou a escritora Marguerite Duras. Esses são os autores de livros fabricados, como dizia ela, organizados, regulamentados, convenientes, adequados. Escritores que exercem em relação a si mesmos a função do revisor; policiais de si mesmos. Falo de gente da linhagem dos ateus, descrentes, pessimistas – mas também dos crentes e otimistas cegos -, para quem segredo e sagrado são noções relativas. Gente sem pai nem mãe, sem amigos nem amantes, na hora do vamos ver da escrita, quando fatos e pessoas reais perdem qualquer importância que por ventura antes tivessem. Escrever é, portanto, a liberdade máxima e a mais extremada das solidões. É tarefa para corajosos. Os covarde apenas brincam de escrever, ou são revisores, redatores, tradutores. Mas não se avexem, pois não há mérito algum na coragem de escrever. As perdas são incomparavelmente maiores que os ganhos. Só se escreve porque não se suporta viver certas coisas da vida sem escrevê-las. Ou seja: certas coisas da vida eu não vivo direito, pois transformo-as imediatamente em escrita. Escrever não deixa de ser uma espécie de morte, portanto, ou mesmo uma meia-vida, uma semivida. A atividade é de todo anormal: escrever é não perdoar nunca, é não se arrepender jamais. Alegram-se, pois, os normais, que não escrevem. Preferível levar a vida assim sem sobressaltos, na marteladazinha do dia-a-dia conhecido. Eu mesma adoraria não escrever, essa maldição. Mas quando o mundo absurdo acusa um escritor do crime de escrever, reajo como o personagem de Albert Camus, no livro “O Estrangeiro”. A acusação não procede. Agarro-me ao espanto do réu injustamente acusado. Não procede. Me calo. Não me defendo, recuso-me a falar na mesma linguagem dos homens que me julgam. Mas sabemos que não existe verdade absoluta, unilateral. Verdade é exercício individual, ainda que às vezes consiga semi-erguer a saia pudica da hipocrisia generalizada. Não se ofendam os hipócritas: as relações humanas não se sustentam sem a dose necessária desse cuspe. Por fim, não é de caso pensado que se escreve. É mais grave que isso: é a partir da dupla ignorância. De um lado, ignora-se o mundo ao redor, como se ele não existisse. De outro, ignora-se o que se está produzindo, a coisa que se vai dizer, até o momento em que ela estiver dita. Entretanto, escritor não ameaça ninguém. É um morta-fome sem dinheiro, único poder que importa. Tudo o mais é estilo. E aí, dependendo, negozinho fala mesmo... Quer dizer, eu soube há pouco tempo que “negozinho”, no Rio de Janeiro, é o tratamento carinhoso equivalente ao “neguinho” baiano e paulista, para indicar alguém indefinido. Gostei desse estilo carioca e dizer, displicentemente, como quem dá a cara à tapa. Sim, porque escritor dá a cara à tapa. Dependendo do estilo, então, não tem jeito, negozinho fala meerrmo... e não se arrepende jamais. Marilene Felinto posted by Rogério de Moraes :: 18:23 10803202"> “Nenhum Manual, sejam quais forem as suas dimensões, pode neutralizar por si só, e simultaneamente, a erosão ocorrida no ensino básico, a decadência dos cursos secundários e a deterioração da Universidade. Da mesma forma, só escreve com competência quem lê regularmente.” Augusto Nunes, na apresentação do Manual de Redação e Estilo do Estado de São Paulo, em sua primeira edição de 1990. posted by Rogério de Moraes :: 18:22 terça-feira, março 05, 2002 10418010"> Curiosidades de Ontem à Noite: - Nem Paulo Markun, nem Heródoto Barbeiro, nem Matinas Suzuki. Quem mediou o programa de ontem foi Carlos Alberto Sardenberg, jornalista econômico. Consigo, Sardenberg trouxe alguns tiques do rádio como ao se referir aos telespectadores como ouvintes e ao repetir duas vezes os números de telefones para participação no programa, que estavam no vídeo. - O título do programa de governo de Serra é: Plano de Metas, numa referência direta a JK, embora diferenciada por Serra ao explicar a referência. Será que viveremos um dia a “era JS”? - A colunista do Jornal do Brasil e do Estado de São Paulo, Dora Kramer é uma ótima colunista e jornalista, mas tenho de dizer: eita mulherzinha chata. Suas perguntas são sempre pertinentes, mas precisa ser tão provocativa e, às vezes, grossa? posted by Rogério de Moraes :: 17:52 10417930"> Serra no Roda Viva O programa Roda Viva, que vai ao ar toda segunda-feira pela TV Cultura, começou a exibir na noite de ontem, uma série de entrevistas com os candidatos à presidência da república. Embora não de forma seqüencial, até as eleições todos os candidatos deverão passar pelo crivo da banca entrevistadora do programa, que como primeiro entrevistado teve em seu centro o senador José Serra, pré-candidato pelo PSDB. O Roda Viva é um dos programas de entrevistas mais conceituados da TV brasileira e sempre reúne em sua banca entrevistadora profissionais de gabarito, competência e incisivo questionamento. Por isso goza de uma ampla credibilidade e causa um certo temor em algumas personalidades que se esquivam dos convites para participarem do programa. É por esse motivo que a série de programas que pretende levar todos os presidenciáveis ao centro do Roda Viva, pode ser a melhor maneira de avaliar os candidatos. Fora dos bem-ensaiados programas de propaganda eleitoral e longe dos debates “acusacionaistas”, que pouca informação acrescentam ao eleitorado, no centro do Roda Viva os candidatos não terão como fugir aos questionamentos relevantes para a escolha de um bom presidente. O Primeiro sabatinado – Quando o assunto é política (ou polêmica, já que essas duas palavras são, em nosso país, quase que denotativas) os entrevistados do Roda Viva sentem-se, muitas vezes, sabatinados. Ontem foi a vez de José Serra, senador e pré-candidato pelo PSDB. Mas, aparentemente, a entrevista da noite de ontem não foi das mais difíceis para José Serra. Talvez, devido ao seu bom preparo político que, somado com a distância do pleito eleitoral, reduz significativamente o número de polêmicas, trocas de acusações e saias-justas a que um candidato do vulto de Serra estaria sujeito. Mas não foi uma noite de todo amena. Serra esquivou-se de algumas questões, mas foi convincente em outras. O ex-Ministro da Saúde começou respondendo a questões sobre a crise na base governista, que se iniciou depois da expedição, de um mandado de busca ao escritório do marido e sócio da pré-candidata do PFL à presidência, Roseana Sarney. O fato criou um mal-estar entre PSDB e PFL, que é o principal partido a base governista. José Serra minimizou a crise e eximiu o partido de qualquer manobra para barrar a ascensão de Roseana nas pesquisas. E deixou entender que preferia ter o PFL como aliado político, do que como adversário na corrida presidencial. Sobre a questão da decisão do TSE (Tribunal Superior eleitoral), que obriga os partidos a repetirem no âmbito estadual as alianças partidárias feitas no plano nacional e que também vem sendo vista como uma decisão que favorece a candidatura de Serra, o senador disse concordar com a decisão do tribunal, mas a considera imprópria para o momento, devido à proximidade das eleições. Disse também que nesses dois casos, a imprensa vinha fazendo uma inversão de raciocínio ao atribuir o sentido de causa ao efeito e o de efeito à causa. Quando o assunto foi saúde, Serra sentiu-se mais à vontade. Depois de quase 4 anos a frente da pasta da saúde e tendo sido avaliado muito positivamente como ministro, Serra discorreu sobre o problema da Dengue. Ilustrou a complexidade do problema revelando e comparando certos aspectos da atual epidemia em relação a outros tipos de epidemias. Explicou a imprevisibilidade de um surto da doença, demonstrando a falta de padrão para suas recorrências e a ausência de uma relação clara de causa e efeito entre o histórico da doença no país e em seus vizinhos. Ressaltou a falta de um tratamento específico, como um outro agravante para a composição da complexa equação que é a questão da Dengue atualmente. Voltando-se para a economia, o pré-candidato do PSDB mostrou estar alinhado com a política econômica atual. Reafirmou sua formação como economista (ao contrário do que muitos pensam, já que muita gente acha que José Serra é médico) e não apresentou grandes propostas de mudanças. Diplomático, afirmou que pretende dar andamento a questões que não puderam ser bem resolvidas no governo FHC. Disse ser um grande defensor da austeridade fiscal e esquivou-se do assunto previdência e contribuição do funcionalismo público aposentado. Disse planejar uma política econômica que diminua nossa dependência do capital estrangeiro, principalmente através do incentivo à exportação. Explicou que a atual questão da má distribuição de renda do país, entre outros fatores, pode ser atribuída a um crescimento econômico sem política social adequada, somado ainda a um custo social elevado para a estabilização econômica e superação das diversas crises mundiais. Afirmou, categoricamente, que os Estados Unidos são um país protecionista e sobre a ALCA (Área de Livre Comércio das Américas), afirmou o óbvio, que nesse caso é um pouco simplista demais para a questão. Disse, por fim, ser a favor de um Banco Central independente, embora com ressalvas, o que nos leva a um BC autônomo, o que fica na mesma. Em resumo, Serra saiu-se bem em quase todas as questões, embora não tenha apresentado nada de muito novo e nem tenha se aprofundado muito em nenhuma questão. Não flerta muito com a política liberal, tampouco se afasta dela. “Sou a favor de um Estado regulador e não interventor”, afirma ele. Quando à vontade, mostra-se muito mais simpático do que normalmente parece e dá até dica para a Seleção Brasileira, ao afirmar que Romário poderia ir à Copa e entrar no 2º tempo das partidas, quando necessário. Mostra-se, como já se sabe, bem preparado para o cargo a que concorre, mas falta-lhe o essencial nesses casos: empatia com o eleitorado. posted by Rogério de Moraes :: 17:49 sábado, março 02, 2002 10307711"> Cometi todos os erros E não me entreguei à razão Supuseram-me correto E descobriram-me nefasto Dissecaram-me o coração E havia sangue, músculo e artérias Nenhum átrio levava ao amor Nenhuma batida foi espontânea. Rogério de Moraes 28/02/2002 posted by Rogério de Moraes :: 18:39 10307705"> Vanlla Sky Ainda que tardiamente, fui assistir ao filme Vanilla Sky, com Tom Crise, nessa semana. E o que vi foi uma das mais bem elaboradas e surrealistas histórias do cinema. Surpreendente, contundente, perturbador, intrigante e fantástico. Um tipo de Jorge Luis Borges cinematográfico. Uma linha narrativa perturbadora, uma trilha envolvente e um final fantástico. O tipo de filme que fica na cabeça por dias, que nos obriga a rever e relembrar todas as partes da obra, que vai fundo no “psicologismo” de nossos medos, a perfeita construção do onírico sentido de realidade. O caminhar exitante sobre a tênue linha que separa a loucura da sanidade, o real do obscuro, a vigília do pesadelo. posted by Rogério de Moraes :: 18:38 10307687"> The Ring Most be Destroyed Estou lendo “O Senhor dos Anéis – A Sociedade do Anel”. Literariamente é convencional, bom apenas. Mas imaginativamente é surpreendente e inigualável. posted by Rogério de Moraes :: 18:38 10307667"> Uma filosofia de que gosto “ – A mim parece – disse Sancho – que os cavaleiros que fizeram todas essas coisas foram enfeitiçados [...] mas [...] porque Vossa Mercê haveria de enlouquecer? Que dama vos rejeitou? - É isso, exatamente – replicou Dom Quixote -, planejei tudo nos mínimos detalhes, pois de que vale a um cavaleiro-errante enlouquecer por um bom motivo? A minha intenção é me tornar lunático sem o menor motivo.” Dom Quixote – Miguel de Cervantes posted by Rogério de Moraes :: 18:37 |
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